domingo, 19 de setembro de 2010
Dar não é fazer amor!
NÃO TENHO COSTUME DE POSTAR TEXTOS DE OUTROS AUTORES. NO ENTANTO, ESTE, DO VERRÍSSIMO, TRADUZUI MUITO MINHAS IDÉIAS.
DAR NÃO É FAZER AMOR
Dar é dar.
Fazer amor é lindo, é sublime, é encantador, é esplêndido.
Mas dar é bom pra cacete.
Dar é aquela coisa que alguém te puxa os cabelos da nuca...
Te chama de nomes que eu não escreveria...
Não te vira com delicadeza...
Não sente vergonha de ritmos animais. Dar é bom.
Melhor do que dar, só dar por dar.
Dar sem querer casar....
Sem querer apresentar pra mãe...
Sem querer dar o primeiro abraço no Ano Novo.
Dar porque o cara te esquenta a coluna vertebral...
Te amolece o gingado...
Te molha o instinto.
Dar porque a vida é estressante e dar relaxa.
Dar porque se você não der para ele hoje, vai dar amanhã, ou depois de amanhã.
Tem pessoas que você vai acabar dando, não tem jeito.
Dar sem esperar ouvir promessas, sem esperar ouvir carinhos, sem
esperar ouvir futuro.
Dar é bom, na hora.
Durante um mês.
Para os mais desavisados, talvez anos.
Mas dar é dar demais e ficar vazio.
Dar é não ganhar.
É não ganhar um eu te amo baixinho perdido no meio do escuro.
É não ganhar uma mão no ombro quando o caos da cidade parece querer te abduzir.
É não ter alguém pra querer casar, para apresentar pra mãe, pra dar
o primeiro abraço de Ano Novo e pra falar:
"Que que cê acha amor?".
É não ter companhia garantida para viajar.
É não ter para quem ligar quando recebe uma boa notícia.
Dar é não querer dormir encaixadinho...
É não ter alguém para ouvir seus dengos...
Mas dar é inevitável, dê mesmo, dê sempre, dê muito.
Mas dê mais ainda, muito mais do que qualquer coisa, uma chance ao amor.
Esse sim é o maior tesão.
Esse sim relaxa, cura o mau humor, ameniza todas as crises e faz você flutuar
Experimente ser amado...
(Luis Fernando Veríssimo)
DAR NÃO É FAZER AMOR
Dar é dar.
Fazer amor é lindo, é sublime, é encantador, é esplêndido.
Mas dar é bom pra cacete.
Dar é aquela coisa que alguém te puxa os cabelos da nuca...
Te chama de nomes que eu não escreveria...
Não te vira com delicadeza...
Não sente vergonha de ritmos animais. Dar é bom.
Melhor do que dar, só dar por dar.
Dar sem querer casar....
Sem querer apresentar pra mãe...
Sem querer dar o primeiro abraço no Ano Novo.
Dar porque o cara te esquenta a coluna vertebral...
Te amolece o gingado...
Te molha o instinto.
Dar porque a vida é estressante e dar relaxa.
Dar porque se você não der para ele hoje, vai dar amanhã, ou depois de amanhã.
Tem pessoas que você vai acabar dando, não tem jeito.
Dar sem esperar ouvir promessas, sem esperar ouvir carinhos, sem
esperar ouvir futuro.
Dar é bom, na hora.
Durante um mês.
Para os mais desavisados, talvez anos.
Mas dar é dar demais e ficar vazio.
Dar é não ganhar.
É não ganhar um eu te amo baixinho perdido no meio do escuro.
É não ganhar uma mão no ombro quando o caos da cidade parece querer te abduzir.
É não ter alguém pra querer casar, para apresentar pra mãe, pra dar
o primeiro abraço de Ano Novo e pra falar:
"Que que cê acha amor?".
É não ter companhia garantida para viajar.
É não ter para quem ligar quando recebe uma boa notícia.
Dar é não querer dormir encaixadinho...
É não ter alguém para ouvir seus dengos...
Mas dar é inevitável, dê mesmo, dê sempre, dê muito.
Mas dê mais ainda, muito mais do que qualquer coisa, uma chance ao amor.
Esse sim é o maior tesão.
Esse sim relaxa, cura o mau humor, ameniza todas as crises e faz você flutuar
Experimente ser amado...
(Luis Fernando Veríssimo)
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
segunda-feira, 26 de julho de 2010
A culpa é delas!

Muitas vezes ouvimos as pessoas falando que as famílias de hoje não são mais as mesmas e que, a depressão moral e de valores na qual nosso mundo está inserido demanda desta desestruturação familiar. Concordo que a maior parte da demanda de problemas sociais relacionados com a lei e a violência desenfreada que assola nossa sociedade é oriunda da quebra da unidade familiar. Mas quem está causando isso? Ouso responder que a culpa é da mulher! Antes que você pare de ler e exclua este blog dos teus favoritos vou explicar: nos últimos 50 anos, estamos assistindo a uma emancipação da mulher dos laços “protetores” e “dominantes” dos homens, bem como, uma ascensão intelectual fantástica da mulher e com isso sua inserção dominando o mundo dos negócios. Esta ânsia da mulher em ocupar o seu merecido espaço na sociedade, tem um custo social enorme que é a abdicação da educação dos filhos. Logo, eles estão sendo educado s pela televisão, babas, monitores e cuidadores sem os parâmetros de limites, ética e costumes morais. Não estou propondo aqui que as mulheres “abram mão” do sonho de serem pessoas de sucesso na vida profissional. Só acho que isso veio rápido demais, pois até poucos dias elas estavam educando filhos para serem extremamente machistas (leia a postagem: o que o machismo está produzindo) e os preparando para um mundo dominado por homens. Só que agora, ela está sentindo na pele o erro que cometeu: criar o macho sem prepará-lo para aceitá-la como bem sucedida. Com isso, ela acumulou a tarefa de educação dos filhos, chefe de família e ótima profissional e, embora consiga fazer muitas coisas ao mesmo tempo, o sucesso não está acontecendo em todos os campos. Portanto, se a mulher tivesse educado os filhos para aceitarem a ascensão da mulher, elas teriam preparado os ”machinhos” para aceitarem isso como uma verdade e prepararem-se para a educação e cuidado dos filhos, bem como todas as outras tarefas que eram exclusivas das mulheres. Por isso, quando digo que a culpa é delas, pondero sobre a não preparação do caminho delas para sua própria ascensão. Não obstante, ainda há tempo para salvar as próximas gerações. Não proponho a volta ao estado primitivo de cuidado do lar, mas sim da educação do adulto que compartilha o seu espaço, ensinando a este que a vida é compartilhada em todos os momentos e que a obrigação de um pai ou companheiro não é meramente pagar uma pensão ou suprir a casa, mas sim compartilhar tempo e sentimento para criarem melhores filhos para o mundo. NELSON DE MELLO
terça-feira, 15 de junho de 2010
Por que temos medo de amar?

Muitas pessoas comentam comigo que não se deixam apaixonar para não sofrerem! Então eu penso e dependendo da pessoa eu falo “coitada”! Pois a melhora forma de viver uma emoção é vivendo uma paixão e, o êxtase vem com o envolvimento e a entrega. Vivemos em uma sociedade que supervaloriza o equilíbrio de todos os lados, mas amar não é desequilíbrio, é vida.
Não verdade, as pessoas dizem que paixão é para fracos, então eu contesto, paixão é para fortes que não têm medo, para quem arrisca para quem vive. Se você tem medo de se asfixiar com a poluição não respire! Então só sofre quem vive e só vive quem ama. Por isso não se sinta envergonhado de estar apaixonado de parecer idiota, é melhor parecer idiota e amar do que parecer sóbrio e sofrer. Antes um idiota feliz do que um sóbrio infeliz. Não tenha medo de dize “eu te amo” mesmo que pareça piegas, de passear no parque mesmo que seja cafona. Tome sorvete, passeie, vá o cinema, ande de mãos dadas. A vida é uma só, não vai dar tempo para fazermos todas as coisas certas. NELSON DE MELLO
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