domingo, 29 de novembro de 2009
Tudo pode acabar

Uma das grandes reclamações que temos na vida é aceitar que alguma coisa precisa acabar. Quando falamos de relacionamentos o mais difícil e aceitar que um relacionamento acabou. Sempre procuramos explicações e por quês! É difícil aceitar que alguém não nos aceita, pois sempre pensamos que temos um monte de qualidades e apesar disso somos preteridos.
Nestes momentos o pior consolo que podemos receber é aquela celebre frase que a mãe nos fala: “se ela não te quis ela é que saiu perdendo”. Nos não queremos saber quem perde e quem ganha, o amor não é um jogo, nós só queremos não sofrer. Por isso, precisamos buscar em nossa historia o que nos fez chegar até onde estamos e como construímos nossa vida, pois assim verificaremos que tivemos forças para suportar situações bem piores e conseguimos nos erguer e, parafraseando Fernando Pessoa “a dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional”.
Portanto, se você esta vivendo uma fase de rejeição ou não aceitação opte por ser feliz como está, não devemos colocar nossa felicidade nas mãos de outros, precisamos que outros nos façam mais felizes, mas a opção por ser feliz é unicamente nossa. Tudo pode acabar, e se algo acabou significa que outra etapa tem que começar, e se juntarmos os cacos da fase anterior poderemos começar a construir uma nova fase com alicerces mais bem estruturados. Não tente ficar se culpando em saber o que fez errado para não ter dado certo, se houve sinceridade você fez tudo o que era possível, e se encontrar algum erro que tenha cometido, procure não cometê-lo em um outro relacionamento. Então a fase acabou, enxugue as lágrimas, levante a cabeça e vá à luta, pois a sua felicidade só depende de você!
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Pensamento do dia
O orgulho e o rancor corroem a alma, debilitam o corpo e nos cegam a beleza da vida!
O que o machismo esta produzindo

Durante os últimos 5 mil anos temos visto o machismo imperar sobre quase todas as culturas, onde os escritos, as obras e os atos apenas de homens são documentados. Basta verificar a Bíblia Sagrada, que sem contestar suas palavras, é um livro extremamente machista.
Mas quem produz o “macho”? Por ironia do destino, quem produz o machismo é a mulher, pois ainda é ela a principal responsável pela educação dos filhos e ela só esta preparada para educar “machisticamente”.
No entanto, nos dias atuais isso não é de todo ruim para ela, pois o machismo tem produzido um fenômeno característico de inversão; explico: devido ao fato de ainda o homem ter que trabalhar mais para ser, em tese, o principal mantenedor do lar, ele se vê obrigado a fazer isso mais cedo na vida. Então um homem com 21 anos já deve ter seu trabalho, seu carro e uma fonte para tentar gerir uma família caso deseje; ao contrario, uma mulher de 21 anos que só estuda esta perfeitamente adequada as condições de “sexo frágil”, se preparando e se aperfeiçoando e, o homem tem que fazer tudo para ela, inclusive dar-lhe o sustento, neste caso o pai.
Eu tenho que louvar esse fato, visto que os bancos das universidades estão tomados de mulheres e elas estão se preparando melhor. Logo todos os principais cargos onde se exija conhecimento e preparo serão ocupados por mulheres, pois o machismo esta fazendo com que elas sejam melhores preparadas do que os homens que as apóiam e sustentam, mesmo sem saber. Se isso será melhor ou pior, só o tempo dirá. A única coisa que a mulher precisa se preparar melhor é para conviver e receber ordens de outras mulheres, mas isto discutiremos em outra oportunidade.
Portanto mulheres aproveitem as oportunidades que os homens estão lhes dando e vão à luta, preparem-se, invistam em vocês, não apenas na aparência, mas na intelectualidade e conhecimento, assim a liberdade para conseguir o que quiserem lhes será dada.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Pensamento do dia
Um grupo só é forte quando a integração e o ganho coletivo superam as diferenças individuais
sábado, 17 de outubro de 2009
Tem amor na rede?

Dias atrás eu falava em uma cidade sobre “as bases neurobiológicas da paixão; onde reviso as características puramente biológicas que nos fazem sentir atração por alguém”. Logo depois recebi um e-mail de uma acadêmica que participou da palestra com uma indagação que transcrevo a seguir:
Nos dias atuais é comum as pessoas se relacionarem virtualmente, diante disso gostaria de saber como ficam os ferômonios (olfato) na conquista? Neste caso eles não seriam determinantes?
Isso me fez pensar e respondi assim:
Bem, a tua pergunta é algo que derruba tudo o que eu falei sobre a característica animal que nos instiga durante o contato pessoal a partirmos para a conquista e privilegia apenas a imaginação. Isso ocorre porque as pessoas não cheiram ou vêem o outro, elas apenas constroem figuras daquilo que imaginam e, nessa imaginação tudo é possível. Por isso, os romances são bem tórridos e às vezes apaixonantes, considerando que não existe nenhuma negativa. Na rede os personagens que estão do outro lado da telinha se permitem tudo, tanto em relação a si mesmos tanto quanto as expectativas do outro.
Logo, eu construo o meu personagem baseado na expectativa do outro e ai tudo dá certo. Entretanto, quando se encontram a realidade pode ser cruel. Apesar disso, existem alguns casos onde os encontros superam as expectativas. Nesses casos não ocorreu muito a utilização de personagens, as pessoas foram mais verdadeiras e agora os instintos estão pré-determinados na conquista daquela pessoa já escolhida.
O problema é que muitas pessoas agem no presencial como se estivessem atrás de um computador, pois constroem personagens e agem de acordo com o estabelecido em seu “enredo”. Em alguns casos essas pessoas acabam nos enganando e temos a impressão de estarmos com uma pessoa, e com o tempo descobrimos que estávamos “dormindo com o inimigo”. Portanto, não podemos ser totalmente racionais para sentir os prazeres da paixão, por outro lado não podemos ser totalmente sentimentais para não cairmos na incapacidade total de analise. Então: até no amor equilíbrio é tudo.
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
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